Higiene Ocupacional: O que é e para que serve?

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 sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Um ambiente de trabalho sadio contribui para que o colaborador desempenhe melhor sua função e vença os desafios diários. Mas, se existem riscos que comprometam a saúde, a integridade física e/ou psíquica das pessoas, é preciso intervir nesse processo. E é a higiene ocupacional se encarrega disso!


Mas, você sabe o que é higiene ocupacional? Também chamada de higiene do trabalho ou higiene industrial, é a ciência que trata da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos originados nos locais de trabalho e que podem prejudicar a saúde e o bem-estar dos trabalhadores, tendo em vista também evitar o possível impacto nas comunidades vizinhas e no meio ambiente. (AIHA)


A higiene ocupacional tem por objetivo preservar a saúde e a integridade física e mental dos trabalhadores, com base na análise, avaliação e prevenção de riscos ocupacionais no ambiente de trabalho.


O que são os riscos ocupacionais?


Agora que você já sabe o que é higiene ocupacional, vamos compreender uma das preocupações que essa área possui na busca de manter a preservação da saúde do trabalhador: os riscos ocupacionais.


Toda organização possui fatores de risco que podem comprometer a saúde do trabalhador. Os riscos ocupacionais estão presentes, seja no processo de produção da matéria-prima, na fabricação de produtos, nas etapas de venda e pós-venda, na entrega de produtos ou no oferecimento de serviços.


Mas, você sabe o que são riscos ocupacionais? São perigos causados por agentes de risco químicos, físicos, ergonômicos, biológicos e mecânicos no ambiente de trabalho, que podem gerar danos à saúde do empregado.


Os agentes de riscos ocupacionais


Como podemos perceber, a higiene ocupacional busca intervir em situações que possam impactar na manutenção da vida saudável do trabalhador, a fim de evitar que ele seja acometido por algum dano que inviabilize a continuidade das atividades laborais, ou prejudique à saúde do trabalhador.


Por isso, é muito importante criar meios para combater a exposição do trabalhador no meio laboral, causada por agentes de risco, que podem ser:


      • Químico – são representados pelas concentrações excessivas de gases, vapores, névoas e sólidos sob a forma de poeira ou fumos. Adicionalmente ao típico dano respiratório, muitos destes materiais podem também agir como irritantes dérmicos ou podem ser tóxicos pela absorção cutânea.
      • Físico – criados pelas condições físicas do local de trabalho ou pelas máquinas. São os ruídos, radiações ionizantes, vibrações, ondas eletromagnéticas, temperatura e pressão;Ergonômicos – diz respeito aos fatores que podem ocasionar desconforto, distúrbios físicos ou emocionais, devido ao inadequado desenho de áreas de trabalho ou ferramentas que ocasionam esforço físico intenso, excesso de produtividade, pressões e outros. São eles: lesões musculoesqueléticas, arranjo físico inadequado, ansiedade e estresse, etc.
      • Biológicos – são causados por organismos vivos como bactérias, vírus, fungos, protozoários, parasitas e bacilos ou qualquer organismo vivo, que provocam doenças ou contaminações em seres humanos;
      • Mecânicos ou de acidente – são caracterizados por condições físicas no ambiente de trabalho que possam comprometer a saúde e a integridade física do trabalhador.


      Etapas do programa de higiene ocupacional


      Como já sabemos, a higiene ocupacional visa o bem-estar do trabalhador no exercício de suas funções, que devem ser realizadas com base na prevenção, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos à saúde. Por isso, o programa de higiene do trabalho foca em quatro etapas principais:


      • Antecipação de riscos – é a fase inicial do processo, que permite o levantamento dos riscos que cada atividade laboral possui, a fim de estabelecer medidas preventivas antes da implantação, modificação de uma atividade ou introdução de novos agentes no ambiente de trabalho.  É a identificação prévia dos potenciais riscos à saúde.
        • Reconhecimento dos riscos – nessa etapa é realizada a análise e observação qualitativa da exposição do trabalhador aos agentes de risco.
        • Avaliação dos riscos – equivale a avaliação quantitativa dos agentes de riscos (monitorações), levando em consideração o tempo de exposição, a concentração e a intensidade dos agentes de risco a que o trabalhador está exposto, para graduar, priorizar e comparar os resultados com padrões. É a medição do risco.
      • Controle de riscos – objetiva adotar medidas específicas que minimizem ou eliminem as exposições dos riscos existentes no ambiente de trabalho à níveis considerados aceitáveis, garantindo a saúde e a integridade dos trabalhadores.
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